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A multiplicidade e a repetição do cotidiano da sociedade industrial são escolhas que o olhar de Ariadne Decker faz sobre o seu dia a dia. Em meio aos elementos produzidos em série, ela descobre a expressão de um mundo a ser questionado, a poesia das imagens e o jogo lúdico proporcionado pelas formas e cores, com a sugestão da presença da figura humana, mesmo que ela esteja ausente na representação.
(Gilmar Hermes- Jornalista mestrado em História crítica da Arte).
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